Rapaz, 2025 começou e nada de vídeo falando sobre o que esperar da plataforma, eles estavam lá no meio da treta dos grandão, Zuckerberg, Musk, Trump, todo mundo querendo ser dono do megafone global. E por aí, ao longo desses meses o Instagram já deu mais reviravolta que novela mexicana em semana de final! ATÉEEEEE QUEEEEEE … eu pensei, pera, será que nosso amigo Painho Mosseri, o comandante do Instagram, não gravou algum vídeo e eu deixei passar? É navegantes, a resposta é sim…. mas vou falar sobre sua nota. Painho Mosseri disse, com aquele sorriso de quem sabe das tretas todas, que agora o Instagram vai focar em duas palavrinhas mágicas: criatividade e conexão.
Será que dessa vez vai, ou é só mais promessa de político digital?
O Mosseri foi direto: quer premiar quem cria de verdade e conectar quem importa. Tá cansado de feed só de gente bonita, de “criaaaador profissional”, de influenciador fazendo dancinha pra vender caneca. Ele quer de volta aquele Instagram raiz, que tinha cheiro de álbum de viagem, de foto mal tirada do rolê, de meme interno entre amigos — e menos cara de campanha de Black Friday.
Segundo ele, as ferramentas criativas vão ser “as melhores” (prometeu, viu?) e o Instagram vai usar até IA pra ajudar a galera a criar coisa boa e original. Mas pera aí: será que o Instagram finalmente vai premiar quem cria, não só quem copia? Ou é só conversa pra boi dormir enquanto o algoritmo segue “engajando” só os mesmos de sempre?

A real é que o Instagram ficou tão profissionalizado que ficou chato de interagir. Você entra e parece que caiu numa feira de currículos, não numa roda de amigos. Virou palco de influencer, e a plateia — a galera comum — ficou só assistindo de camarote, morrendo de vergonha de postar a própria marmita, porque não tem 10 mil seguidores pra dar aquele “bom dia, família” patrocinado.
Mosseri admite: muita gente ficou só consumindo, deixou de produzir. O bicho virou TV, não rede social. E aí o efeito foi aquele: feed parado, só repeteco, só performance. O povo tá cansando.
Curioso é que, enquanto o feed virou passarela de celebridade, o direct virou boteco. É ali, nas mensagens, que o povo se encontra, compartilha meme, ri dos absurdos do próprio Instagram e comenta as fofocas do dia. O lado social da parada sobrevive, mas escondido — nos bastidores, nos bastidores do palco.
Mosseri sacou esse detalhe. Ele quer transformar o Instagram numa plataforma mais “interativa”, menos passiva. Recomendações, sugestões, talvez ferramentas novas de conexão. Mas, vamos combinar: pra rede social virar social de novo, tem que convencer o povo a perder a vergonha de ser “gente normal”.
O grande desafio, segundo o Mosseri, é esse: fazer o usuário comum voltar a criar. Não só consumir, não só stalkear. Voltar a ter coragem de postar viagem, selfie, meme besta, opinião, sem medo de flopar ou não engajar.
Só que tem um detalhe: o Instagram mesmo foi quem botou todo mundo nessa armadilha de só valorizar o “profissional”. Agora, vai ter que suar a camisa pra mostrar que todo mundo pode — e deve — ocupar o feed, mesmo sem filtro, sem roteiro, sem publi.
Meu pitaco é simples: se o Instagram vai virar boteco de novo ou vai continuar só vitrine de loja, depende menos da promessa do Mosseri e mais da coragem da gente em ser real. A plataforma vai tentar, vai lançar ferramenta, vai dar incentivo, mas quem faz a vibe da rede é a comunidade — ou seja, nós.
Se a galera topar voltar a postar sem medo de parecer “menos profissional”, talvez a rede social ressuscite de vez. Senão, vai seguir aquele ciclo: meia dúzia criando pra multidão só assistir, enquanto o direct segue lotado de meme escondido.
Por aqui, já aviso: se for pra voltar o espírito de álbum de viagem, marmita no story e meme tosco entre amigos, pode contar comigo — mas que seja com autenticidade, sem medo de ser “gente da gente”.
E aí, você tem coragem de ocupar o feed como quem chega no boteco, senta e pede logo um cafezinho sem frescura? Ou vai seguir só olhando o palco?
Aqui é o Capitão, sempre apostando na magia do simples — porque conexão de verdade não se força, se vive.
Palavras-chave: Instagram 2025, Adam Mosseri, criatividade digital, conexão, rede social, influência, autenticidade, produção de conteúdo, tendências Instagram, NaveBC, Toró de Pitacos
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